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Nosso cabelo não é frívolo. Sentir a sua perda não é vaidade

A jornalista britânica Liz Jones compartilhou o seu trauma recentemente, quando descobriu tufos de cabelo caindo da cabeça. Sua calvície repentina foi causada pelo eflúvio telógeno, que acontece quando a fase de crescimento do ciclo capilar desacelera, e mais fios entram na fase de descanso. O processo geralmente é causado por traumas. No caso de Liz, ele foi ativado por um período longo de enfermidades ao longo de seis meses. A condição geralmente é temporária, e o cabelo do indivíduo cresce novamente com os meses.

O que chamou a atenção de Liz foi o impacto da calvície no seu estado emocional. Ela ficou devastada, como se o cabelo caído fizesse parte de sua identidade. Ela disse para a You Magazine’, ‘As pessoas geralmente me esquecem, mas sempre, mesmo 30 anos depois, ainda dizem “Ela não era aquela com o cabelo bem escuro?”’. A resposta de seus leitores confirmou que ela não era a única com essa reação. Uma pessoa escreveu dizendo, ‘Eu fiquei muito deprimida. Mesmo sendo uma vovó, sou bastante vaidosa’.

Mas será que é apenas vaidade, ou há algo mais profundo acontecendo?

O cabelo importa

Com o passar dos anos, as sociedades sempre colocaram importância em ter um cabelo comprido e saudável. Os egípcios antigos adoravam a Deusa da Magia de cabelos longos, Isis. Na Grécia antiga, os escravos eram carecas, enquanto os homens ricos e poderosos tinham cabelos longos. A história bíblica de Sansão liga seu cabelo à sua força. Nas culturas americanas nativas, o cabelo comprido era a norma antes da chegada da influência ocidental. Mesmo em culturas ocidentais modernas, o cabelo comprido está associado com a jovialidade e rebeldia, como nos movimentos contraculturais dos anos 60.

Essa associação de cabelo com a juventude, força e fertilidade faz parte de nossa índole. Por isso, não é de se admirar que as pessoas desenvolvam laços tão fortes com seus cabelos ou de outras pessoas; o cabelo geralmente é o que os outros mais se lembram sobre nós à primeira vista. Por isso, instintivamente queremos que nosso cabelo diga algo positivo sobre nós. Queremos que ele dê um sinal de que somos organizados, atraentes e no controle de tudo.

A psicologia dos dias de cabelo ruim

Isso pode explicar o motivo de nos preocuparmos sobre o cabelo e querermos que ele fique bonito, mas isso não significa que os dias de cabelo ruim não nos afetem. Será que importa tanto assim? Existem evidências mostrando que sim.

Há vinte anos, uma equipe de pesquisadores dirigida pela professora de Yale, Marianne LaFrance, conduziu um estudo que descobriu efeitos psicológicos quantitativos do cabelo ruim. Eles incluem diminuição da confiança, além do aumento da auto-crítica, aliados a um grande senso de insegurança social. Os efeitos foram notados tanto em homens quanto mulheres.

 

O efeito contrário disso é que estar bem pode deixar o indivíduo com uma sensação de bem-estar e confiança. De acordo com um trabalho feito pela Stanford’s Graduate School of Business em 2014, isso pode até mesmo chegar ao ponto de você estar tão atraente, que acredita fazer parte de uma classe social mais alta! Por último, os pesquisadores da Universidade de Harvard descobriram que mulheres que se sentiam mais jovens depois de cortar ou tingir o cabelo na verdade sentiam uma diminuição da pressão. Ou seja, seu sistema biológico estava imitando sua sensação.

O efeito das redes sociais

Esses estudos nos mostram como o cabelo pode nos afetar, e porque um dia de cabelo ruim é tão significante. Quando se trata de afinamento capilar e calvície significativa, o impacto é aumentado. Todo dia parece ser o pior de todos.

Há trinta anos isso seria traumatizante o suficiente, mas a revolução digital expandiu a nossa rede de contatos. A calvície e o afinamento são mais difíceis de esconder hoje em dia. As redes sociais, sites de namoro, reuniões de zoom e ligações de Skype fazem com que sejamos avaliados constantemente por novas pessoas. Isso é difícil quando a sua confiança está em baixa.

O que você pode fazer?

A resposta mais simples para essa resposta é ‘procurar ajuda’. Existem diversas pessoas que estão passando ou que já passaram pela mesma experiência. Elas podem fornecer o suporte moral necessário. Foi isso que Liz Jones encontrou quando foi a público com a sua calvície. Ela descobriu força e suporte nas histórias de outros. Ela também teve consolo de que descobrir a verdade sobre a calvície vai muito além de uma preocupação superficial sobre a sua aparência. De acordo com ela, ‘Nosso cabelo não é frívolo. Sentir a sua perda não é superficial’.

Conclusão

A calvície repentina pode ser um evento traumatizante que atinge o lado pessoal de qualquer um. Para muitos de nós, o cabelo é uma parte vital da nossa identidade. Quando ele cai, nossa confiança e autoestima também caem.

Felizmente, existem coisas que você pode fazer para combater a calvície. O primeiro passo é conversar com um especialista capilar. A Vinci Hair Clinic pode te ajudar com isso. Somos líder em restauração capilar no mundo, e oferecemos uma avaliação gratuita e sem compromisso a todos os novos clientes. Entre em contato e marque seu horário ainda hoje!